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Escrito por vanio às 19h00
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EFE
Numa campanha eleitoral, quando o candidato começa a duvidar de suas próprias chances é porque já não há a menor dúvida. Tome-se o caso de Marina Silva. Segundo o Datafolha, oscilou para o alto: de 8% para 10%. Está numericamente acima de Ciro Gomes (9%). A despeito disso, não há na praça quem se disponha a apostar uma moeda furada nas chances de Marina. Ninguém, exceto a própria candidata. De passagem pelo interior de São Paulo, Marina foi submetida a uma dessas perguntas incômodas: Apoiaria Dilma Rousseff no segundo turno? E ela, confiante: "Segundo turno a gente discute no segundo turno. Vou discutir aliança com aquele que for para o segundo turno comigo". Como se vê Marina já dispõe de algo indispensável a todo candidato: uma particular ‘eu’foria. Para passar ao segunto turno, basta que desperte a ‘tu’forias, a ‘ele’foria e, quem sabe, a ‘vós’forieis.
Escrito por vanio às 12h00
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Datafolha desqualifica pesquisa Sensus, diz porta-voz de Serra
| Em entrevista ao Terra, o líder do PSDB na Câmara e recém indicado a porta-voz do pré-candidato José Serra, João Almeida (BA), falou sobre o resultado da pesquisa divulgada pelo Datafolha nesta sábado, que aponta José Serra (PSDB) com 38% e Dilma com 28% das intenções de voto para presidente da República. 'Essa pesquisa desqualifica de uma vez o Sensus que tem feito muitas peripécias', disse.
A legenda tucana entrou com uma representação contra a pesquisa divulgada, na terça-feira passada, pelo instituto CNT/Sensus, na qual Serra e Dilma estavam empatados tecnicamente. Segundo a legislação, o resultado só pode ser publicado cinco dias depois da inscrição da pesquisa na Justiça Eleitoral. Na representação, o partido alegou que o Sensus inscreveu o levantamento no dia 5 de abril, mas fez alterações no dia 9. Por esse motivo, a pesquisa deveria ser divulgada apenas nesta quarta-feira, 14. Terra - Como o senhor recebeu o resultado desta última pesquisa do instituto Datafolha? João Almeida - O primeiro bom resultado é desmentir a pesquisa divulgada pelo Instituto Sensus, pesquisas feitas sabe-se lá com quais objetivos. Agora, essa pesquisa desqualifica de uma vez o Sensus que tem feito muitas peripécias. É sempre bom ter resultado positivo em pesquisa. Terra - Mas... João Almeida - Estamos a 150 dias da eleição. Muita coisa vai rolar. Mas uma coisa que eu acho importante ressaltar é a sustentabilidade da posição de Serra. Terra - Em 2002, ele também esteve, por um bom tempo, muito bem nas pesquisas. João Almeida - O que destaco é: ele é líder em todas as pesquisas. Quando Serra colocar sua candidatura, o jogo se equilibra, porque Dilma vai perder as facilidades que tem para transgredir a lei. Os dois estarão no mesmo patamar. Aí, veremos como isso caminha. Porque, aí sim, a campanha se torna verdadeira. Uma coisa é Lula fazendo a campanha de Dilma, né? E o Serra, a não-campanha. Isso ainda não mudou. Terra - O senhor quer justificar a falta de avanço significativo? João Almeida - Não podemos esperar esse avanço significativo agora. Lula colocou a popularidade dele em Dilma. Tenho para mim que ela pode perder isso ainda. Serra conservou o que tinha. O eleitorado ficará numa posição de indefinição até quando começar oficialmente a campanha. Terra - Mas, é bom para a pré-candidata ter o presidente melhor avaliado, ainda segundo Datafolha, fazendo campanha para ela... João Almeida - Popularidade não significa intenção de voto, muito menos capacidade de transferência de votos. Se fosse assim, todo governante popular elegeria seus sucessores. Lula é tão diferente de sua candidata que eu acho muito difícil essa 'transfusão' de voto. Não estão acreditando na capacidade do povo de fazer a comparação entre Lula e Dilma. Vão saber comparar os dois e vão perceber que são diferentes. Estão subestimando a capacidade do povo, que é dono de seu destino e de seu voto. Eles pensam que a população vai engolir goela abaixo essa tese deles de que Dilma é Lula. (Do portal Terra) |
Escrito por vanio às 22h07
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Morre aos 96 anos Lady Laura, mãe do cantor Roberto Carlos Morreu neste sábado (17) a mãe do cantor Roberto Carlos, Laura Moreira Braga, 96 anos, conhecida como Lady Laura, no Hospital Copa D’ Or, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, vítima de infecção pulmonar. O cantor, que completa 69 anos na segunda-feira (19), está em uma turnê pelos Estados Unidos. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, ela morreu às 18h20. No atestado de óbito constam como causas: choque séptico e insuficiência respiratória aguda, decorrentes de pneumonia bacteriana e agravados por insuficiência renal crônica, insuficiência coronariana e arritmia cardíaca. O cantor está fazendo um show em Nova York e ainda não foi informado da morte da mãe. Apesar de lúcida, Lady Laura vivia sob os cuidados de duas empregadas e só saía aos domingos para assistir à missa na Igreja Nossa Senhora do Brasil.
Foi Lady Laura, que era devota de Nossa Senhora, Cosme e Damião e São Judas Tadeu, quem passou a forte religiosidade para o cantor. Ela era uma das pessoas que mais incentivaram a carreira artística de Roberto Carlos.
Na gravação da canção ‘Lady Laura’, em 1978, Roberto chorou no estúdio e a música foi repetida várias vezes. A mãe nunca abandonou o filho desde o dia em que Roberto cantou pela primeira vez no rádio, aos 9 anos, em Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo.
Roberto também homenageou a mãe em seus iates. No início dos anos 80, após o lançamento da música, o cantor batizou sua embarcação de Lady Laura.
A mãe do cantor ficou conhecida nacionalmente pela música "Lady Laura", parceria do filho com Erasmo Carlos. Ela foi internada no dia 31 de março e levada para o Centro de Terapia Intensiva (CTI) em estado grave, com quadro de infecção pulmonar.
Lady Laura chegou ao Copa D’Or na companhia de Roberto após sofrer broncoaspiração, seguida de insuficiência respiratória e pneumonia.
De acordo com a divulgação do primeiro boletim médico, ela respirava por aparelhos e fazia tratamento com antibióticos, sob os cuidados do diretor médico Antônio Carlos Moraes e do assistente Milton Kazuo Yoshino.
Para ficar ao lado da mãe, Roberto Carlos chegou a adiar sua viagem para uma turnê de shows ao exterior e de ir a ensaio em seu estúdio.
A canção ‘Lady Laura’, composta pelo Rei em 1976, em momento de solidão num hotel de Nova York, se tornou uma das que mais fazem sucesso fora do Brasil.
Escrito por vanio às 21h58
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Lula oscila, mas é presidente mais popular O presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua a registrar um nível recorde de aprovação para o seu governo, apesar de ter oscilado negativamente nas últimas três semanas, segundo reportagem de Fernando Rodrigues publicada na edição deste sábado da Folha (íntegra somente para assinantes do jornal ou do UOL). Serra mantém dianteira sobre Dilma, diz Datafolha Datafolha aumenta preocupação de Lula com Ciro Ainda de acordo com o texto, 73% dos entrevistados pelo Datafolha consideram a administração federal petista ótima ou boa. No final de março, a taxa era de 76%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Já o levantamento foi realizado em todo o país, nos dias 15 e 16, com 2.600 entrevistas junto com a sondagem sobre intenção de voto para presidente. Para 22%, Lula faz um governo regular (em março, o percentual era de 20%). Outros 5% rejeitam o petista, dizendo que o governo é ruim ou péssimo eram 4% há três semanas. Na comparação com os outros presidentes eleitos pelo voto direto depois da redemocratização do país, Lula é o mais bem avaliado já há algum tempo. Fernando Collor de Mello, que governou de 1990 a 1992, segundo pesquisas Datafolha, teve como aprovação máxima uma taxa de 36%.
Escrito por vanio às 19h32
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Rogério Rosso, do PMDB, é eleito novo governador do DF O ex-secretário de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal Rogério Rosso (PMDB) foi eleito neste sábado novo governador do DF. O peemedebista conseguiu obter 13 votos dos integrantes da Câmara Legislativa e acabou eleito em primeiro turno já que teve o apoio de mais da metade dos 24 deputados distritais. O candidato do PT, Antônio Ibañez, recebeu seis votos e Wilson Lima (PR), outros quatro. O deputado Raad Massouh (DEM) se absteve na votação. Luiz Filipe Coelho (PTB) não recebeu nenhum voto. Estudantes e PM entram em confronto antes de eleição para governador do DF Rosso conquistou a vitória com o apoio do PMDB, do PPS, do DEM e inclusive de parte do PR que tinha como candidato o atual governador interino do DF, Wilson Lima. Na chapa, além de Rosso, a ex-secretária Ivelise Longhi (PMDB) foi eleita vice-governadora do DF. O novo governador foi secretário de Desenvolvimento Econômico e administrador de Ceilândia no último governo Joaquim Roriz (PSC) e, na gestão de Arruda, presidiu a Codeplan (Companhia de Planejamento do Distrito Federal). A votação ocorreu de forma aberta, com cada um dos 24 deputados distritais proclamando o seu voto. Rosso vai ocupar o cargo para um mandato tampão até o final do ano. Favorito antes do pleito, Lima acabou a eleição derrotado pelo candidato do PMDB. Lima era o candidato do ex-governador do DF Joaquim Roriz (PSC) e de aliados do ex-governador José Roberto Arruda (sem partido). Arruda foi cassado no mês passado por infidelidade partidária por ter saído do DEM. Envolvido em um escândalo de corrupção, ele ficou preso por dois meses por determinação do STJ (Superior Tribunal de Justiça).
Escrito por vanio às 19h31
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Por Clarissa Barreto, Especial para o UOL Eleições
A pré-candidata à Presidência a República pelo PT, Dilma Rousseff, acusou seus opositores de serem "exterminadores do futuro" e de tentarem se apropriar de conquistas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante discurso em Porto Alegre, cidade onde iniciou sua carreira política. Dilma falou pela manhã para centenas de militantes do PT, integrantes de movimentos sindicais e sociais e aliados políticos.
"Nasceu um novo país, por mais que eles queiram dizer que é uma continuidade do governo anterior. Estes que querem posar de herdeiros do legado do presidente Lula até ontem eram a oposição mais ferrenha e mais destrutiva, foram contra o Bolsa Familia, chamando de 'bolsa esmola', recentemente diziam que destruiriam o PAC 1 se assumissem o governo", disse. "Hoje, saem por aí dizendo 'Não, nós somos a favor do Bolsa Familia', estes é que são os lobos em pele de cordeiro, exterminadores de emprego quando estavam no governo, exterminadores do nosso futuro quando estiveram no poder", completou.
Dilma não comentou a pesquisa Datafolha publicada neste sábado. A pesquisa publicada pelo jornal“Folha de S.Paulo” revela que o candidato José Serra (PSDB) está com 38% das intenções de voto contra 28% de Dilma Rousseff (PT). Em seguida está Marina Silva (PV), que registra 10%, à frente de Ciro Gomes (PSB), que pontuou 9%.
A ex-ministra se reuniu com lideranças locais do PT, além do pré-candidato ao governo do Estado, Tarso Genro, a portas fechadas. Começando com mais de uma hora de atraso, a plenária promovida pela base aliada de Lula para discutir políticas econômicas e de emprego virou uma espécie de palanque antecipado da campanha petista ao governo federal. Dilma cumprimentou simpatizantes, deu autógrafos e tirou dezenas de fotos com políticos e participantes e foi recebida com cantos reciclados da campanha de Lula, como "Brasil, urgente, Dilma presidente".
Além de ataques à oposição, a ex-ministra exaltou as conquistas do governo Lula e afirmou que espera ver, durante a campanha, os resultados. "É isso que nós fizemos e estamos fazendo em escala maior. É carro, casa, computador e comida para todos os brasileiros. Nesta caminhada, vamos ver milhões de mulheres mostrando seus refrigeradores, seus fogões, sua casa comprada através do Minha casa, Minha Vida, vamos ver milhões de pessoas com o diploma conquistado com o Prouni", afirmou, interrompida por aplausos e gritos de guerra de estudantes, que foram repetidos pela ex-ministra: "O filho do pedreiro está podendo ser doutor".
Escrito por vanio às 18h46
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Ungido há menos de dez dias candidato oficial do PSDB à Presidência da República, José Serra não poderia encontrar ambiente mais propício para iniciar sua campanha. Duas novidades contribuem para isso. A primeira é que os tucanos estão animadíssimos – o que havia muito tempo não ocorria. Desde 2003, quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso colocou a faixa presidencial no pescoço do petista Luiz Inácio Lula da Silva, os militantes do PSDB passaram a amargar uma espécie de fossa de fundo existencial. A saída do poder jogou o partido numa crise de identidade em que ninguém sabia ao certo que bandeiras defender ou que líderes seguir. Na semana passada, o PSDB parecia ter reencontrado o seu eixo. Ao barulhento lançamento da candidatura de Serra, acorreram mais de 6 000 militantes do partido. Vindos de todos os estados, carregavam bandeiras, espremiam-se uns contra os outros e cantavam sem parar no amplo auditório alugado pela sigla. A maioria usava camisetas nas cores azul e amarelo, algumas com inscrições como "temos orgulho do que criamos". Era um clima diametralmente oposto ao registrado nos últimos encontros do partido. O motivo da animação é que o PSDB, finalmente, tem um projeto definido, aprovado e defendido por todos na sigla: eleger José Serra presidente da República. E eis aí o segundo elemento a pavimentar o caminho de Serra nessa campanha. Seu partido vai unido para a briga. E isso, tratando-se de PSDB, é outra grande novidade.
O próprio Serra é o maior responsável pela unificação do partido. Nas duas últimas eleições presidenciais, o PSDB marchou dividido. Em 2002, a primeira candidatura de Serra à Presidência só se consolidou ao custo de engalfinhamentos com tucanos diversos, como o ex-ministro Paulo Renato e o senador Tasso Jereissati. Em 2006, Geraldo Alckmin foi o escolhido – mas também só depois de emparedar Serra e toda a cúpula de seu partido. Essas contendas internas costumavam causar fraturas que custavam a cicatrizar. Como resultado, cada um remava para um lado e o barco tucano não saía do lugar. Desta vez, a situação é outra. Serra impôs sua ascendência de forma natural. Depois de passar pelo governo Fernando Henrique, pela prefeitura e pelo governo de São Paulo, ele é hoje reconhecido por seus pares como o mais preparado entre os tucanos para enfrentar o desafio de presidir o país. O ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves, que também sonhava em se lançar na disputa pelo Planalto, abriu-lhe passagem, no fim do ano passado, num gesto maduro e generoso. Na festa de lançamento de Serra, foi Aécio o autor do discurso mais inflamado do dia em defesa do candidato. Os tucanos que ainda sonham ver o mineiro candidato a vice-presidente na chapa do partido quase levitaram.
No discurso com o qual se lançou, Serra refutou a narrativa petista de que o Brasil só começou a ser construído em 2003, com a chegada de Lula ao poder. Disse que o momento positivo que o Brasil vive hoje se deve às conquistas obtidas por toda a sociedade desde o fim do regime militar, sobretudo à Constituição de 1988. Criticou a política externa brasileira e a sua inclinação para sustentar regimes autoritários, como os de Cuba e do Irã, e reservou boa parte da fala para condenar a estratégia petista de estimular uma disputa entre pobres e ricos na sociedade. "Não aceito o raciocínio do nós contra eles. Não cabe na vida de uma nação. Somos todos irmãos na pátria. Lutamos pela união dos brasileiros, e não pela sua divisão", disse. O tucano também criticou o modo petista de governar, abrigando apaniguados em todas as engrenagens da máquina pública: "O Brasil pertence aos brasileiros que não dispõem de uma ‘boquinha’, que exigem ética na vida pública porque são decentes, que não contam com um partido ou com alguma maracutaia para subir na vida". Por fim, repisou o slogan que deverá dar o tom da sua campanha, "O Brasil pode mais". Serra está decidido a sublinhar suas diferenças em relação ao PT, mas sabe que não levará vantagem colocando-se como o "candidato da mudança", como fez Lula em 2002 ou Barack Obama, nos Estados Unidos, em 2008. Por isso, pretende insistir no raciocínio segundo o qual o Brasil melhorou muito desde a redemocratização, e ele, José Serra, é o mais preparado para dar continuidade a esse ciclo virtuoso.
Escrito por vanio às 18h44
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Serra mantém vantagem sobre Dilma no Datafolha: 38% a 28%
| A corrida presidencial teve pouca oscilação apesar do lançamento oficial da pré-candidatura de José Serra em grande festa do PSDB no último dia 10. Segundo pesquisa Datafolha realizada nos dias 15 e 16, José Serra (PSDB) registrou 38% das intenções de voto contra 28% de Dilma Rousseff (PT).
No final de março, Serra tinha 36% e Dilma marcava 27% no Datafolha. A vantagem do tucano era de nove pontos. Agora, é de dez pontos. Do ponto de vista estatístico, o quadro não sofreu alteração a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Nesse mesmo cenário, Marina Silva (PV) teve 10% das intenções de voto. É seguida por Ciro Gomes (PSB), com 9%. Em março, Marina tinha 8%. Ciro estava com 11%. Essas oscilações estão também dentro da margem de erro. Segundo o Datafolha, 7% dos entrevistados respondem que votarão em branco, nulo ou em nenhum. Outros 8% dizem ainda estar indecisos. Quando Ciro Gomes é retirado do quadro de candidatos -há ainda dúvidas se o PSB vai lançá-lo oficialmente-, a diferença entre Serra e Dilma alarga-se um pouco. O tucano fica com 42% contra 30% da petista uma distância de 12 pontos. Ou seja, Serra 'herda' quatro pontos de Ciro. Já Dilma fica com dois pontos a mais sem o candidato do PSB no páreo. Marina Silva vai a 12% (ganho de dois pontos). Nesse cenário, há 8% de indecisos e também 8% dizendo votar em branco, nulo ou em nenhum. O Datafolha realizou esta pesquisa agora porque também havia feito um levantamento em 24 e 25 de fevereiro, cinco dias após o lançamento oficial da candidatura da petista Dilma Rousseff. Agora, a coleta dos dados se dá também cinco dias após a festa do PSDB para José Serra se lançar na disputa.
Tendências Embora os números do levantamento do Datafolha sejam semelhantes aos do final de março, é possível identificar tendências ao observar as curvas a partir de dezembro. Nota-se que Serra voltou a estacionar no seu patamar do final de 2009, quando registrava 37%. Dilma também mostra uma taxa consistente em 2010, sempre de 27% ou de 28%. Outra curva que aparece clara é a da queda gradual de Ciro. Ele tinha 13% em dezembro. Oscilou para 12% em fevereiro. Foi a 11% em março. E, agora, num período de três semanas, bateu em 9%.Pela primeira vez, Ciro Gomes fica numericamente atrás de Marina Silva, embora do ponto de vista estatístico ambos es tejam empatados.
Segundo turno Numa simulação de segundo turno, Serra tem 50% e Dilma fica com 40%. No final de março, os percentuais eram 48% e 39%. A variação se deu, portanto, dentro da margem de erro. O Datafolha testou também um eventual segundo turno entre Dilma e Ciro. A petista marcou 47% contra 36% do deputado do PSB.
Espontânea e nanicos Ao questionar os eleitores sem mostrar os nomes dos candidatos, o Datafolha registrou agora um empate: Dilma tem 13% e Serra aparece com 12%. No mês passado, a petista tinha 12% e o tucano estava com 8%. Os dois concorrentes apresentam curvas ascendentes. Pela segunda vez o Datafolha testou os candidatos de partidos pequenos. Apenas no cenário em que não aparece Ciro, dois nanicos pontuam 1% cada: Mário de Oliveira (PT do B) e Zé Maria (PSTU). Nessa hipótese, Serra tem 40%, Dilma fica com 29% e Marina registra 11%.(Informações da Folha de S.Paulo - Fernando Rodrigues) |
Escrito por vanio às 04h28
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Vettel faz sua terceira pole do ano, e Massa larga em sétimo na China O alemão Sebastian Vettel conquistou neste sábado em Xangai a sua terceira pole position em quatro corridas na temporada e manteve os 100% de aproveitamento da Red Bull em treinos de classificação neste ano. O piloto de 22 anos sairá em primeiro lugar na largada do GP da China que acontece no domingo, às 4 horas da madrugada (horário de Brasília), com transmissão ao vivo do Placar UOL. O australiano Mark Webber assegurou o domínio da Red Bull na primeira fila e vai largar em segundo lugar, seguido por Fernando Alonso. Felipe Massa não conseguiu acompanhar o companheiro de Ferrari, foi 0s2 mais lento que o espanhol e vai largar apenas em sétimo lugar. “Não foi boa a volta, acabei errando na ultima curva, e perdi a chance de estar brigando para largar entre os três primeiros”, explicou Massa à TV Globo. “Vamos nos preparar para fazer uma boa corrida amanha. Temos que ter um pé atrás com a Red Bull, porque eles fizeram todas as poles até agora”, completou. Todos apostavam em uma pole position da McLaren, que vinha levando vantagem na maior reta do circuito em decorrência do duto de ar que vem sendo copiado pelas outras equipes. Mas, na hora decisiva, o recurso não fez muito efeito. Jenson Button vai largar em quinto lugar, e Lewis Hamilton em sexto. Rubens Barrichello teve problemas com motor no terceiro treino livre, e também na hora de testar a versão da Williams para o duto da McLaren, mas ainda arrancou uma 11ª posição no grid. “A gente teve que trocar o motor, o da última corrida deu problema hoje de manhã. Na classificação, quando usamos todos os giros e com pouca gasolina, o carro naturalmente cresce em velocidade”, explicou o brasileiro. O treinoO circuito de Xangai teve um considerável aumento de temperatura em relação à sexta-feira, o que favoreceu o aquecimento dos pneus dos pilotos e, nas arquibancadas, fez crescer o número de espectadores no autódromo. Mesmo sem chuva, a Ferrari mostrou ter aprendido a lição da Malásia e lançou seus pilotos logo no primeiro minuto de treino. No último GP, a equipe segurou os carros nos boxes, viu a chuva molhar a pista e ficou sem tempo para uma boa classificação. Quem liderou a primeira parte foi Lewis Hamilton, da McLaren. Um pouco mais atrás, Alonso já tinha uma vantagem de 0s1 em relação a Felipe Massa. O “premiado” que se juntou aos carros das equipes estreantes e foi eliminado logo no Q1 foi o italiano Vitantonio Liuzzi, da Force India, 18º no grid. Nas disputas internas das equipes pequenas, Bruno Senna levou vantagem sobre Karun Chandhok na Hispania e vai largar em penúltimo. A última colocação não fez muita diferença para o indiano, que já havia sido punido com a perda de cinco posições devido a um erro da equipe, que abriu sua caixa de câmbio sem autorização. Já Lucas di Grassi viu Timo Glock superar as duas Lotus, mas vai largar em antepenúltimo com sua Virgin. Na segunda parte do treino de classificação, Rubens Barrichello foi eliminado no último segundo pelo alemão Adrian Sutil, que superou o tempo da Williams na bandeirada do Q2 e ainda deixou Michael Schumacher em décimo, posição final entre os classificados à disputa da pole position. Já o brasileiro vai largar em 11º lugar. Na disputa pela pole, Lewis Hamilton não conseguiu confirmar seu domínio das fases anteriores do treino, e a McLaren acabou decepcionando. A Red Bull, por sua vez, provou ter o carro mais rápidp na classificação e levou a pole pela quarta vez em quatro corridas na temporada. O Q3 também foi ruim para Michael Schumacher, que viu o parceiro Nico Rosberg terminar em quarto, mas vai largar apenas em nono lugar.
Escrito por vanio às 04h27
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Paixão
 Ao ratificar a vantagem do tucano José Serra sobre a petista Dilma Rousseff, agora de dez pontos percentuais, o Datafolha reforça uma evidência incontornável. O protagonista da sucessão de Lula é, por ora, o próprio Lula. Mesmo privado pela Constituição de frequentar a cédula de 2010, o presidente é o pivô da eleição. No topo da pesquisa, com 38%, Serra tornou-se um candidato sui generis. Representa a oposição. Mas não se opõe a Lula. Na segunda colocação, com 28%, Dilma tenta provar-se capaz de caminhar com as próprias pernas. Mas não logrou livrar-se de seu vício. É "lulodependente". A sucessão é guiada pelo signo da continuidade. Dilma leva à vitrine o que foi feito. Serra aferra-se à cantilena de que pode fazer mais. Para compreender o que está por vir, o observador deve prestar atenção a um dado periférico da pesquisa.
O Datafolha informa, desde dezembro, que há na praça algo como 14% de eleitores que reúnem três características básicas. Declaram que, com certeza, votariam no candidato apoiado por Lula. Não são, ainda, eleitores de Dilma. Nem sabem que ela é candidata. O grosso desse eleitorado está assentado no Nordeste. É gente pobre, com pouco ou nenhum acesso à informação. Pois bem, suponha-se que esses eleitores, ao tomar conhecimento da existência de Dilma, optem por votar nela. A candidata de Lula vai a 42%. Foi precisamente com esse percentual de votos (42%) que Lula prevaleceu sobre Serra no segundo turno de 2002. Em 2006, Lula bateu o tucano Geraldo Alckmin, também no segundo round, com 44,5%. Não é por outra razão que Serra joga suas fichas no estreitamento de relações com Aécio Neves, o grão-duque do tucanato de Minas Gerais. Serra pretende retirar das urnas de São Paulo e de Minas, os dois maiores colégios eleitorais do país, os votos que lhe faltarão no Nordeste. Convém observar, de resto, o destino de Ciro Gomes, pseudocandidato do PSB. O Datafolha informa que Ciro (9%) virou uma espécie de sub-Marina Silva (10%). Não são negligenciáveis as chances de que Ciro seja empurrado para fora do tabuleiro. Para onde vão os seus votos? O Datafolha informa que, sem Ciro, Serra sobe quatro pontos. Vai a 42%. Dilma sobe dois (30%). Marina também escala dois (12%). Juntas, teriam 42%. Ou seja, se a eleição fosse hoje, Serra teria, sozinho, o mesmo tamanho de Dilma e Marina somadas. Daí o protagonismo de Lula. Para seduzir os 14% que se dispõem a votar no nome indicado pelo presidente superpopular, o "oposicionista" Serra terá de operar uma mágica: vender a ideia de que é mais continuísta que a própria Dilma. - Em tempo: O texto acima, de autoria do signatário do blog, foi veiculado na edição deste sábado da Folha. - PS.: Ilustração via Gazeta do Povo.
Escrito por vanio às 04h16
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Folha
Será no dia 27 de abril a reunião em que a Executiva nacional do PSB vai deliberar sobre o futuro de seu pseudopresidenciável, Ciro Gomes. O encontro foi agendado depois que Ciro, hoje um candidato de si mesmo, converteu-se em franco atirador contra sua própria legenda. Num par de artigos veiculados na página que mantém na web, Ciro cobrou “ousadia” do PSB. No último texto, anotou: "O que é o PSB? Um ajuntamento como tantos outros, ou a expressão de um pensar audacioso e idealista sobre o Brasil? Vai se decidir isto agora". A maioria do PSB pende para o apoio a Dilma Rousseff, a candidata de Lula. Parte-se do raciocínio de que o projeto de Ciro não decolou. Emparedado por Lula, Ciro não conseguiu atrair para o seu lado nenhum outro partido. Candidatando-se, o deputado teria escassos dois minutos para vender o seu peixe no rádio e na televisão. De resto, os índices obtidos pelo ‘quase-ex-futuro-candidato’ nas pesquisas não lhe conferem a musculatura de um concorrente competitivo. No primeiro artigo que pendurara na internet, Ciro convidara o PSB a "pensar grande". Argumentara que, mesmo que sua cruzada resultasse em derrota, o partido sairia no lucro. Valendo-se de uma metáfora futebolística, Ciro dissera que time que não joga não atrai torcida. Invocara o exemplo do próprio Lula, derrotado três vezes antes de virar presidente. O PSB não parece sensibilizado pelos argumentos. Longe disso.
Escrito por vanio às 04h15
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Divulgação
Líder de Lula na Câmara, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) dedicou parte de suas últimas horas a borrifar água fria numa fervura. Vaccarezza difundiu a notícia de que PT e PMDB haviam se entendido sobre Minas Gerais. Ficara estabelecido, segundo ele, o seguinte: 1. As duas legendas vão unidas à disputa pelo governo mineiro. 2. Na cabeça da chapa, o pemedebê Hélio Costa. 3. Para o Senado, um petê –Fernando Pimentel ou Patrus Ananias. 4. A coisa toda seria anunciada até até 9 de maio. 5. Antes, em 2 de maio, Pimentel e Ananias medem forças numa prévia. Pois bem, quando a chapa parecia fria, um companheiro de Vaccarezza, o também deputado Reginaldo Lopes (PT-MG, na foto), veio à boca do palco munido de maçarico. Presidente do PT-MG, Reginaldo aconselhou Vaccarezza a preocupar-se com seu Estado, São Paulo. “Em Minas tem direção”, disse. "Fiquei estarrecido quando li as declarações do Cândido Vaccarezza de que já está tudo acertado. Eu acho que isso é um desrespeito”, acrescentou. A julgar pelo que disse Reginaldo, nada está acertado: “O PT de Minas não aceita imposição de cima para baixo". Num par de notas que levou ao twitter (aqui e aqui), Fernando Pimentel não chegou a tanto. Deu razão parcial a Vaccarezza. “O que tem de certo é que queremos [PT e PMDB] uma chapa só”, anotou Pimentel. Nada de Hélio Costa, contudo: “Ainda não tem nomes”. Reconheceu que o petista escolhido na prévia de 2 de maio –ele próprio ou Ananias—vai à “negociação com o PMDB”. De novo, nada de Hélio Costa: “Claro, vamos pedir a vaga de governo!”, escreveu Pimentel. Preocupado com os rumos da campanha de Dilma Rousseff em Minas, Lula parece interessado em empurrar o PT para o colo de Hélio Costa. Mas, por ora, o presidente não moveu senão o gogó. Um detalhe chama atenção. Íntimo amigo de Dilma, Pimentel integra o comitê da candidata. Ora, se Lula e Dilma quisessem mesmo rifar Pimentel, tido como favorito na queda-de-braço com Ananias, já o teriam enquadrado.
Escrito por vanio às 04h14
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Coluna de hoje na Folha
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O candidato é Humberto A não ser que ocorra algo extremamente relevante, capaz de alterar as regras do jogo, o candidato do PT ao Senado já está escolhido. É o ex-secretário de Cidades, Humberto Costa. Com o controle hegemônico do partido no Estado e alinhado com a direção nacional em Brasília, o ex-ministro da Saúde já está, inclusive, montando toda a estrutura de sua campanha. Independente da chapa que a oposição apresente, com Jarbas ou sem Jarbas, o PT vai de Humberto. Embora tenha mais densidade eleitoral na Região Metropolitana, João Paulo está fora da disputa. Se não tem a confiança e o apoio do partido, as legendas aliadas do agrupamento do governador Eduardo Campos receberiam com desconfiança a sugestão de um candidato que sai fragilizado do seu próprio ninho eleitoral. Por trás do fechamento do PT em torno do nome de Humberto está implícito um desejo de vingança. Nas eleições para prefeito do Recife, João Paulo tirou o nome de João da Costa do bolso do colete e enfrentou as correntes adversas, principalmente a de Humberto, que desejava, se não indicar o nome dele próprio, mas manifestar, numa última hipótese, sinais de que o nome de Maurício Rands também satisfaria o grupo. Há muito, João Paulo sabe que não tem chances de disputar o Senado, mas alimenta o noticiário, porque sabe que ganha visibilidade para seu projeto de disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados. O resto, pode apostar, é blábláblá! ESTÁ FORA – Peça chave do controle da sua sucessão, o governador Eduardo Campos já sinalizou ao PT que não vai interferir na escolha do nome que disputará o Senado e que aceitará quem o partido indicar. Se houver impasse, o que a esta altura está fora de cogitação, Eduardo recorreria ao presidente Lula para descascar o abacaxi. Ele próprio, segundo confessou, não interfere. Escândalo em Triunfo - O hospital Felinto Wanderley, de Triunfo, permite que médicos com CRM falsificados cumpram a escala de plantão, segundo denúncia do ex-secretário Gildenilson Magalhães, que rompeu com o prefeito Luciano Bonfim. Ele, inclusive, dá nomes aos bois: Tatiana Barbosa Leão e Searly Medeiros Xavier seriam os médicos falsos. “Estamos diante de mais um escândalo”, diz. São Bento do Una isolada - Embora seja um dos maiores pólos avícolas do País, com uma produção média de 1,5 milhões de frangos de corte por mês e 20 milhões de ovos claros/mês, São Bento do Una está praticamente isolada do resto do Estado. A principal via de acesso ao município, que começa na bifurcação com Belo Jardim, está intransitável devido ao estado de deteriorização do seu asfalto, que virou pó. Sem cobrança - O engraçado no processo de discussão dos candidatos majoritários na oposição é que ninguém exige um posicionamento público do senador Marco Maciel. Enquanto muita gente fica pressionando Sérgio Guerra para ser candidato à reeleição, Maciel vai seguindo calado. O que ele tem a dizer, alguém sabe? Salário baixo - Se depender do grau de satisfação do professorado estadual, o ex-secretário de Educação, Danilo Cabral, não terá boa votação para deputado federal na categoria. “O professor mendiga um piso justo que nunca saiu”, reage Ricardo Meira ao comentar nota nesta coluna de ontem sobre os índices da gestão de Danilo. |
Escrito por vanio às 00h14
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Quer motivo de sobra para ir ao médico? Pernambuco terá 50 mil novos casos de câncer até 2011 Pernambuco terá 50 mil novos casos de câncer até o próximo ano e em todo o País serão quase 500 mil pacientes. Daí a importância do diagnóstico precoce da doença e, principalmente, da análise do histórico genético das pessoas. Através dele, é possível prever se o paciente desenvolverá ou não algum tipo de câncer, principalmente os de mama. Essas foram algumas das conclusões apresentadas hoje, primeiro dia do II Fórum Internacional de Oncologia Recife-Miami, que acontece no Mar Hotel, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife.
O oncologista clínico Eriberto Marques, presidente do Serviço de Quimioterapia de Pernambuco (Sequipe) e organizador do fórum, explicou que o aumento dos números de câncer no País se deve a três fatores. “A população tem aumentado, as pessoas vivem mais anos, ficando mais expostas ao meio ambiente, e a qualidade de vida tem caído. As pessoas vivem sob estresse e a alimentação é cada vez mais gordurosa. Todos esses fatores influenciam”, disse. Segundo o médico, o aumento de casos de câncer confirmam a importância do diagnóstico precoce. “As mulheres, por exemplo, não são mais domésticas, ao contrário, estão nas ruas, trabalhando e, consequentemente, também expostas a esses fatores de risco“, ponderou Eriberto Marques. Por outro lado, a descoberta de novas drogas tem diminuído os efeitos colaterais do tratamento da doença e a cada dia há avanços medicinais que começam a livrar o câncer do estigma da morte.
O mastologista Fausto Farah Baracat, médico palestrante do fórum e chefe do departamento de ginecologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo, alertou sobre a necessidade de se ampliar o estudo genético da doença. “Será ele quem dirá se uma pessoa terá ou não câncer. E, a partir daí, ela terá que mudar seus hábitos de vida. Uma mulher jovem vai ter como saber se possui predisposição ao câncer pelo histórico genético da família. Se tiver, o médico recomendará que ela tenha uma gravidez cedo, três filhos, não use pílulas, não engorde demais, evite a reposição hormonal e tenha hábitos saudáveis, fazendo exercícios diários e evitando uma alimentação gordurosa”, colocou.
Escrito por vanio às 23h38
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